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Autor Tópico: Causas Humanitárias  (Lida 4671 vezes)
Lusa
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« em: Março 11, 2008, 19:17:23 »

Inauguro este tópico dedicado às Causas Humanitárias. Portanto, aqui devem ser colocadas Instituições, movimentos, associações, obras de caridade e tudo o que esteja relacionado com este tema que considero ser bastante importante e pertinente aqui neste tópico.

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'Se nao houvesse no mundo alguém que amasse, o sol deixaria de brilhar".

"Tu que sofres porque amas, ama ainda mais. Morrer de amor e viver pelas suas leis."

Victor Hugo
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« Responder #1 em: Março 11, 2008, 19:26:58 »

Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho - História



1859 - Batalha de Solferino

As origens do Movimento remontam a 1859, quando Henry Dunant - um cidadão suíço - assistiu à sangrenta Batalha de Solferino. Essa batalha foi travada no norte de Itália, entre o exército imperial austríaco e as forças aliadas de França e da Sardenha e da qual resultaram 40 mil vítimas mortais.

Henry Dunant rapidamente reuniu mulheres das aldeias mais próximas para que prestassem auxílio humanitário às vítimas da guerra.

1862 - Henry Dunant publica "Recordação de Solferino"

Em 1862, Dunant publicou "Recordação de Solferino", onde, além de escrever as suas memórias da batalha, propôs algumas soluções políticas e lançou, desde logo, o repto para a criação de sociedades nacionais de auxílio humanitário e de regras mínimas a serem respeitadas em tempo de guerra. Desde essa altura ficaria traçado o caminho para as futuras Convenções de Genebra.

1863 - Comité Internacional de Socorro a Feridos



Em Fevereiro de 1863, quatro cidadãos juntaram-se a Dunant para levar a cabo um projecto de constituição do "Comité Interna-cional de Socorro a Feridos", que, mais tarde, viria a ser designado "Comité Internacional da Cruz Vermelha".

1863 - Carta da Cruz Vermelha (10 Resoluções)

Em resposta ao convite do Comité, especialistas de 16 países reuniram-se em Genebra, em Outubro de 1863, para adoptar as 10 Resoluções que formaram a Carta da Cruz Vermelha. Estavam, pois, definidas as funções e os métodos de trabalho para socorro a feridos. A partir desse momento, a Cruz Vermelha tornou-se uma realidade.

Foi também adoptado o emblema da Cruz Vermelha.



1864 - Conferência Diplomática

A Conferência Diplomática de 1864, celebrada em Genebra, dá lugar ao nascimento do Direito Internacional Humanitário, com a assinatura da I Convenção de Genebra. Esta Convenção supõe a materialização de um marco jurídico, dentro do qual se podia desenvolver uma acção efectiva de socorro aos feridos. As instalações médicas militares, os veículos e o pessoal sanitário, deviam ser considerados neutros e, deste modo, protegidos.

Este primeiro convénio foi-se adaptando às diferentes circuns-tâncias que as novas formas de combate iam impondo até che-gar às quatro actuais Convenções de Genebra de 1949 I Con-venção de 1864 - Melhoria das Condições dos Feridos e Doentes das Forças Armadas em Campanha; II Convenção de 1906 - Melhoria das Condições dos Feridos e Doentes das Forças Armadas em Campanha no mar; III Convenção de 1929 - Tratamento dos prisioneiros de Guerra; IV Convenção de 1949 - Protecção dos Civis em Tempo de Guerra) e os seus Protocolos Adicionais de 1977 I Protocolo - Conflitos Armados Internacio-nais; II Protocolo de 1977 - Conflitos Armados Não Internacionais).

1879 - Criação do emblema do Crescente Vermelho



Ao emblema da Cruz Vermelha juntou-se o Crescente Vermelho em fundo branco na sequência da guerra entre a Rússia e a Turquia.

1919 - Liga das Sociedades da Cruz Vermelha (Henry Pomery Davison)

A I Guerra Mundial mostrou claramente a necessidade de uma estreita cooperação entre as Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha que, através das suas actividades em prol dos prisioneiros de guerra e combatentes, atraíram milhões de voluntários e construíram um corpo bastante experiente.

Foi o Presidente do Comité de Guerra da Cruz Vermelha Norte -
- Americana, Henry Pomery Davison, que propôs uma Conferên-cia Médica Internacional (Abril 1919, Cannes) para federar as Sociedades da Cruz Vermelha dos diferentes países numa organização comparável à Liga das Nações, com vista a garantir uma permanente assistência nas áreas da saúde, prevenção de doenças e alívio do sofrimento.

Em 5 de Maio de 1919 é criada a "Liga das Sociedades da Cruz Vermelha" com sede em Paris. Desde 1939 que a sede passou a ser em Genebra.

1983 - Liga das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho

 Liga muda o seu nome para "Liga das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho", visto a Sociedade Nacional iraniana ter adoptado o emblema do Crescente Vermelho em 1980.

1991 - Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho

A designação voltou a mudar para "Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho", com vista a melhor representar o carácter internacional da organização.

CRUZ VERMELHA PORTUGUESA - HISTORIAL



Brasão da CVP



José António Marques

Fundada em 11 de Fevereiro de 1865 pelo Dr. José António Marques, a Cruz Vermelha Portuguesa tem cumprido as mais diversas missões humanitárias nos planos nacional e internacional. Em colaboração com organismos internacionais tem prestado socorros e assistência às populações de países assolados pela fome, guerra e outras situações de miséria.



II Guerra Mundial



Auxílio a Angola

Independentemente da existência de guerra, ou não, e alheia a orientações políticas, acorre em prol da população, tanto em situações de rotina, como de emergência (desastres, epidemias, alterações da ordem pública e calamidades naturais de todo o tipo). Interveio em todos os movimentos revolucionários que ensanguentaram o país e participou, entre outras, no auxílio às vítimas da Guerra Civil de Espanha (1936), da II Guerra Mundial (1939/45), da Invasão da Índia Portuguesa pela União Indiana (1961/62) e mais recentemente da Roménia (1989/90), da População Curda e Kosovar (1991 e 1999) e do conflito Angolano.



Gripe Pneumónica

No quadro dos grandes sinistros e calamidades, sobressai a sua acção por ocasião dos sismos do Faial (1926), da Grécia (1953), de Agadir (1960) e de S. Jorge- Açores (1964 e 1990), das revoltas em Lisboa (1927) e na Madeira (1931), do ciclone no Continente (1941), dos desastres ferroviários de Vila Franca de Xira (1947) e de Alcafache (1985), das inundações no Distrito de Lisboa (1967 e 1983), do incêndio do Chiado (1988), dos temporais no Alentejo e Açores (1997) e do acidente em Castelo de Paiva (2001).

Implantada em todo o território nacional, exerce a sua missão através do pessoal, essencialmente voluntário, das suas Delegações e Núcleos, fundamentalmente vocacionado para intervir nas áreas da saúde e social.

Neste âmbito, desenvolvem-se programas de formação de primeiros socorros e de enfermagem, através da Direcção de Ensino de Socorrismo, da Escola Superior de Saúde e da Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira de Azeméis. Ainda neste campo, é de salientar o serviço de transporte de doentes efectuado em viaturas especializadas das Unidades de Socorro e os tratamentos médicos prestados nos seus Postos de Socorros, dispersos por todo o País e no seu próprio Hospital, o qual utiliza os mais modernos meios de diagnóstico.

No que se refere à área social são desenvolvidas acções de luta contra a pobreza e de desenvolvimento social dirigidas a público-alvo e a comunidades em situação de exclusão e/ou em risco de exclusão social. São, ainda, executados, pela generalidade das Delegações e Núcleos, serviços e apoio a áreas da população mais vulnerável, nomeadamente, a idosos e a deficientes.

O Lar Militar assegura apoio médico-sanitário e bem estar psíquico e moral a grandes deficientes militares e civis, bem como prepara a sua inserção no mercado de trabalho, de acordo com o seu grau de deficiência e aptidões.

Pela sua acção nos planos nacional e internacional, a Cruz Vermelha Portuguesa possui as mais altas condecorações: Grande Oficial da Ordem Militar de Torre e Espada, Valor, Lealdade e Mérito, Cruz de Guerra de 1ª Classe, bem como, entre outras, a Legião de Honra Francesa, concedida pelos serviços prestados na guerra franco-prussiana em 1870. Em 1943, pela sua acção a favor da humanidade, vítima do II Grande Guerra Mundial, é distinguida com a Benção Papal (Papa Pio XII).

Para mais informações contacte o Serviço Histórico-Cultural da CVP.

Contactos da CVP


Sede Nacional
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 900
Fax: 213 913 993
Email: sede@cruzvermelha.org.pt

Serviços Centrais

Armazém Geral
Rua da Guiné, nº 10
2685-334 Prior Velho
Telefone: 219 412 219
Fax: 219 410 018

Comando do Corpo de Unidades de Socorro
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 900
Fax: 213 913 993
Secretaria do Corus:
corus@cruzvermelha.org.pt

Serviço de operações:
op.corus@cruvermelha.org.pt
op1.corus@cruzvermelha.org.pt
op3.corus@cruzvermehla.org.pt

Corpo de Voluntariado de Apoio Geral
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 989
Fax: 213 913 993
Email: voluntariado@cruzvermelha.org.pt

Departamento Financeiro
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 900
Fax: 213 913 997
Email: financeiro@cruzvermelha.org.pt, contabilidade@cruzvermelha.org.pt

Departamento Internacional
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 925
Fax: 213 913 993
Emails: internacional@cruzvermelha.org.pt, cooperacao@cruzvermelha.org.pt,
difusao@cruzvermelha.org.pt

Escola de Socorrismo
Avenida Almirante Gago Coutinho, nº 156, 1700-033 Lisboa
Telefone geral: 218 459 426 / 218 459 440
Fax geral: 218 459 458
E-mail: (para Empresas)
eso.planeamento1@cruzvermelha.org.pt
E-mail: (para Particulares)
eso.planeamento2@cruzvermelha.org.pt
E-mail Dep. Marketing: eso.marketing@cruzvermelha.org.pt
Horário de atendimento:
segunda a sexta-feira das 9h30 às 12h30 e das 14h às 17h30

Gabinete de Aprovisionamento
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 900
Fax: 213 913 993
Email aprovisionamento1@cruzvermelha.org.pt

Gabinete de Comunicação, Imagem e Relações Públicas
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 912
Fax: 213 913 998
Email: comunicacao@cruzvermelha.org.pt
Email: site@cruzvermelha.org.pt

Gabinete Jurídico
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 900
Fax: 213 913 993
Email: juridico@cruzvermelha.org.pt

Gabinete de Juventude
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 927
Fax: 213 913 993
Emails: juventude@cruzvermelha.org.pt,
juventude.projectos@cruzvermelha.org.pt

Gabinete de Pesquisa e Localização
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 935
Fax: 213 913 993
Email: pesquisa@cruzvermelha.org.pt

Gabinete do Presidente Nacional
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 915
Fax: 213 913 999
Email presidente@cruzvermelha.org.pt

Gabinete de Sócios, Delegações e Núcleos
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 909
Fax: 213 913 993
Email: socios@cruzvermelha.org.pt

Serviço de Acção Social
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 981
Fax: 213 913 996
Emails: accao.social@cruzvermelha.org.pt,
accaosocial.projectos@cruzvermelha.org.pt
Email Plano Nacional de Formação:
pnf.projectos@cruzvermelha.org.pt

Serviços Gerais
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 932
Fax: 213 913 993

Serviço Histórico-Cultural
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 928
Fax: 213 913 993

Serviço de Informática
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 900
Fax: 213 913 993
Email: informatica@cruzvermelha.org.pt

Serviço de Marketing
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 955
Fax: 213 913 993
Email: marketing@cruzvermelha.org.pt

Serviço de Organização e Gestão de Eventos do Palácio
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 930
Fax: 213 913 995
Email: palacio@cruzvermelha.org.pt

Serviço de Património
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 900
Fax: 213 913 993
Email: patrimonio@cruzvermelha.org.pt

Serviço de Recursos Humanos
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 913 965
Fax: 213 913 994
Email: rec.humanos@cruzvermelha.org.pt

Telealarme
Jardim 9 de Abril, 1 a 5, 1249-083 Lisboa
Telefone: 213 960 117
Fax: 213 966 193
Email: telealarme@cruzvermelha.org.pt

Unidade de Socorro de Lisboa
Rua da Guiné, nº 10, 2685-334 Prior Velho
Telefone urgência: 219 404 999
Telefone geral: 219 404 990
Fax: 219 404 997
Email: cmdt.usn@cruzvermelha.org.pt


Serviços Descentralizados

Cartão CVP - Serviços+ (Lisboa)
Avenida Duque de Loulé, 106, 5.º piso, 1050-093 Lisboa
Telefone: 213 123 033 / 222 075 133
Email: gestao.cartaocvp@cruzvermelha.org.pt

Escola Profissional Tasso de Figueiredo (Lisboa)
Avenida de Ceuta, 1, 7.º piso, 1300-125 Lisboa
Telefone: 213 616 870
Fax: 213 616 879
Email: eptf-cvp@mail.telepac.pt

Escola Superior de Enfermagem (Oliveira de Azeméis)
Rua Padre Joaquim Ferreira Salgueiro, Apartado 1002, 3720-227 Oliveira de Azeméis
Telefone: 256 661 430
Fax: 256 661 439
Email: secretaria@esecvpoa.com

Escola Superior de Saúde (Lisboa)
Avenida de Ceuta, 1, 6.º piso, 1300-125 Lisboa
Telefone: 213 616 790
Fax: 213 616 799
Email secretaria@esscvp.com

Hospital (Lisboa)
Rua Duarte Galvão, 54, 1549-008 Lisboa
Telefone urgência: 217 786 013
Telefone geral: 217 714 000
Fax: 217 714 017
Email: sec.direccao1@hcvp.com.pt

Lar Militar (Lisboa)
Avenida Rainha D.Amélia, 1600-676 Lisboa
Telefone: 217 574 936/43
Fax: 217 573 534
Email: info@larmilitar-cvp.org.pt

Posto de Socorro n.º1 (Lisboa)
Praça do Comércio, 1, 1200 Lisboa
Telefone: 213 428 829 (Praça do Comércio)


Visitem o link da Cruz Vermelha Portuguesa:

http://www.cruzvermelha.pt/cvp_t/default.asp

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« Responder #2 em: Março 11, 2008, 19:28:15 »


A AMI é uma Organização Não Governamental com estatuto jurídico de Fundação, privada, apolítica e sem fins lucrativos.
Desde a sua fundação pelo Dr. Fernando Nobre, em 5 de Dezembro de 1984, a AMI assumiu-se como uma organização humanitária inovadora em Portugal, destinada a intervir rapidamente em situações de crise e emergência, tendo o Homem como centro de todas as suas preocupações.

A AMI tem como objectivo lutar contra a pobreza, a exclusão social, o subdesenvolvimento, a fome e as sequelas da guerra, em qualquer parte do Mundo.

Contando já com mais de 20 anos de experiência no combate à intolerância e à indiferença, a Fundação AMI continua a transmitir ao Mundo a sua mensagem de solidariedade e humanismo, sobretudo através das suas missões e do desenvolvimento de técnicas e métodos de intervenção em situações de crise evolutivas.

Só assim foi possível capitalizar o reconhecimento e respeito de todos aqueles que conhecem a dificuldade em realizar uma obra humanitária com o objectivo único de dignificar o Homem, esteja ele onde estiver, sem distinção de raça, credo religioso ou ideologia política.

O reconhecimento que a AMI obteve, tanto a nível nacional como internacional, traduz-se num aumento crescente de responsabilidades. Assim, e cada vez mais, a Fundação AMI quer convencer o Estado Português e a Opinião Pública em geral, com particular relevo para o mundo empresarial da importância e necessidade de uma maior participação de Portugal na ajuda humanitária no Mundo.

São três os pilares nos quais assentam a actuação da AMI.

A Vertente Externa
Quanto ao primeiro pilar, a intervenção internacional, a AMI actua de três formas distintas:



Primeiro, através da actuação em qualquer parte do mundo em situações de extrema urgência. Assim foi, a título de mero exemplo, no caso da Guerra do golfo, em 1990; na Roménia, em 1991, junto das crianças vítimas do louco Ceausescu; no Zaire, em 1994, na altura do genocídio dos tutsis; no Ruanda, em 1997; em Angola; na Guiné-Bissau; nas Honduras; em Timor; no Irão, no Sri Lanka e, mais recentemente, no Líbano.


Implementação de missões de longo curso, as denominadas missões de desenvolvimento. Assim, a AMI está a actuar ininterruptamente desde 1987 na Guiné-Bissau, desde 1988 em São Tomé e Príncipe e Cabo Verde, desde 1992 em Angola, desde 1989 em Moçambique, desde 1999 em Timor e desde 2002 na Papua.


Financiamento de projectos sociais e da área da saúde a organizações não-governamentais locais. Assim a AMI o tem feito ao longo dos anos desde a Índia ao Nepal, passando pelo Bangladesh, Paquistão, Senegal, Togo, pelos Camarões até ao Chile, à Bolívia, Colômbia, Venezuela, ao México ou Brasil.

No total, a AMI actua dessas três formas e até hoje em mais de 55 países de todos os continentes contribuindo de forma humilde mas decidida para a dignificação do Mundo e de Portugal: contra a intolerância, contra a indiferença!

A Vertente Interna
O segundo pilar da acção da AMI é a sua intervenção interna, a saber: a acção social desenvolvida em Portugal. Este pilar foi lançado há 10 anos. Durante os primeiros dez anos de existência, a AMI concentrou-se exclusivamente na sua vertente internacional. Em 1994, lançou o projecto Porta Amiga abrindo até hoje em Portugal 10 equipamentos sociais distribuídos pelas cidades de Gaia, Porto, Coimbra, Lisboa, Almada, Cascais e Funchal. Desses 10 centros de acção social, 2 são Abrigos e 8 são Centros Porta Amiga, ou seja, centros que dão apoio às pessoas mais carenciadas no país.
Na vertente social há também equipas de rua em Lisboa, uma empresa de inserção social em Lisboa e também cursos de formação profissional e duas escolas de alfabetização para adultos no Porto.

Alertar Consciências
O terceiro pilar de acção da AMI é o trabalho que faz junto dos órgãos de decisão e da opinião pública na sensibilização para temas fundamentais para a humanidade e para a intervenção da própria AMI. Este pilar não é menos importante que os anteriores. Neste pilar podemos incluir: Prémio AMI – “Jornalismo Contra a Indiferença”, Prémio AMI Saúde – Doenças Infecciosas e Parasitárias”, múltiplas intervenções que todos os elementos da AMI, funcionários e voluntários, fazem pelo país junto de escolas, universidade, associações, Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, meios de comunicação social, a revista AMINotícias, participação da AMI em eventos globais tais como Fóruns Sociais Mundiais de Porto Alegre, Fóruns Sociais Europeus de Florença e Paris, Assembleias mundiais da Civicus, reuniões da ECHO, reuniões da Nações Unidas.

A AMI é uma Organização Não Governamental com estatuto jurídico de Fundação, privada, apolítica e sem fins lucrativos.
Desde a sua fundação pelo Dr. Fernando Nobre, em 5 de Dezembro de 1984, a AMI assumiu-se como uma organização humanitária inovadora em Portugal, destinada a intervir rapidamente em situações de crise e emergência, tendo o Homem como centro de todas as suas preocupações.

A AMI tem como objectivo lutar contra a pobreza, a exclusão social, o subdesenvolvimento, a fome e as sequelas da guerra, em qualquer parte do Mundo.

Contando já com mais de 20 anos de experiência no combate à intolerância e à indiferença, a Fundação AMI continua a transmitir ao Mundo a sua mensagem de solidariedade e humanismo, sobretudo através das suas missões e do desenvolvimento de técnicas e métodos de intervenção em situações de crise evolutivas.

Só assim foi possível capitalizar o reconhecimento e respeito de todos aqueles que conhecem a dificuldade em realizar uma obra humanitária com o objectivo único de dignificar o Homem, esteja ele onde estiver, sem distinção de raça, credo religioso ou ideologia política.

O reconhecimento que a AMI obteve, tanto a nível nacional como internacional, traduz-se num aumento crescente de responsabilidades. Assim, e cada vez mais, a Fundação AMI quer convencer o Estado Português e a Opinião Pública em geral, com particular relevo para o mundo empresarial da importância e necessidade de uma maior participação de Portugal na ajuda humanitária no Mundo.

São três os pilares nos quais assentam a actuação da AMI.

A Vertente Externa
Quanto ao primeiro pilar, a intervenção internacional, a AMI actua de três formas distintas:


Primeiro, através da actuação em qualquer parte do mundo em situações de extrema urgência. Assim foi, a título de mero exemplo, no caso da Guerra do golfo, em 1990; na Roménia, em 1991, junto das crianças vítimas do louco Ceausescu; no Zaire, em 1994, na altura do genocídio dos tutsis; no Ruanda, em 1997; em Angola; na Guiné-Bissau; nas Honduras; em Timor; no Irão, no Sri Lanka e, mais recentemente, no Líbano.



Implementação de missões de longo curso, as denominadas missões de desenvolvimento. Assim, a AMI está a actuar ininterruptamente desde 1987 na Guiné-Bissau, desde 1988 em São Tomé e Príncipe e Cabo Verde, desde 1992 em Angola, desde 1989 em Moçambique, desde 1999 em Timor e desde 2002 na Papua.



Financiamento de projectos sociais e da área da saúde a organizações não-governamentais locais. Assim a AMI o tem feito ao longo dos anos desde a Índia ao Nepal, passando pelo Bangladesh, Paquistão, Senegal, Togo, pelos Camarões até ao Chile, à Bolívia, Colômbia, Venezuela, ao México ou Brasil.

No total, a AMI actua dessas três formas e até hoje em mais de 55 países de todos os continentes contribuindo de forma humilde mas decidida para a dignificação do Mundo e de Portugal: contra a intolerância, contra a indiferença!

A Vertente Interna
O segundo pilar da acção da AMI é a sua intervenção interna, a saber: a acção social desenvolvida em Portugal. Este pilar foi lançado há 10 anos. Durante os primeiros dez anos de existência, a AMI concentrou-se exclusivamente na sua vertente internacional. Em 1994, lançou o projecto Porta Amiga abrindo até hoje em Portugal 10 equipamentos sociais distribuídos pelas cidades de Gaia, Porto, Coimbra, Lisboa, Almada, Cascais e Funchal. Desses 10 centros de acção social, 2 são Abrigos e 8 são Centros Porta Amiga, ou seja, centros que dão apoio às pessoas mais carenciadas no país.
Na vertente social há também equipas de rua em Lisboa, uma empresa de inserção social em Lisboa e também cursos de formação profissional e duas escolas de alfabetização para adultos no Porto.

Alertar Consciências
O terceiro pilar de acção da AMI é o trabalho que faz junto dos órgãos de decisão e da opinião pública na sensibilização para temas fundamentais para a humanidade e para a intervenção da própria AMI. Este pilar não é menos importante que os anteriores. Neste pilar podemos incluir: Prémio AMI – “Jornalismo Contra a Indiferença”, Prémio AMI Saúde – Doenças Infecciosas e Parasitárias”, múltiplas intervenções que todos os elementos da AMI, funcionários e voluntários, fazem pelo país junto de escolas, universidade, associações, Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, meios de comunicação social, a revista AMINotícias, participação da AMI em eventos globais tais como Fóruns Sociais Mundiais de Porto Alegre, Fóruns Sociais Europeus de Florença e Paris, Assembleias mundiais da Civicus, reuniões da ECHO, reuniões da Nações Unidas.

http://www.fundacao-ami.org/ami/artigo.asp?cod_artigo=119204

http://www.fundacao-ami.org/ami/seccao.asp?cod_seccao=52723</LI>

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« Última modificação: Março 11, 2008, 19:33:15 por Lusa » Registado

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« Responder #3 em: Março 11, 2008, 19:34:15 »

Atenção, que nisto de causas humanitárias também não existe neutralidade política...
Essa coisa da AMI e o Dr. Fernando Nobre são um bom exemplo da inspiração esquerdista e mundialista...

Existem no entanto bastantes instituições nacionais criadas e dirigidas por gente de boa formação que nos merece inteira confiança.
Destaco duas:

Ajuda de Berço
http://www.ajudadeberco.pt/index_pt.html

Ponto de Apoio à Vida
http://www.pav.org.pt/pav/Equipa.aspx

E existem muitas mais!

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« Responder #4 em: Março 11, 2008, 19:35:49 »

Cáritas Portuguesa

www.caritas.pt

"A Cáritas é “uma instância oficial da Igreja para a promoção da sua acção social” (Conferência Episcopal Portuguesa, 1997, Instrução Pastoral). A Cáritas Portuguesa é a federação nacional das 20 Cáritas Diocesanas distribuídas pelo território continental e regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Em conjunto, regem-se pela doutrina social da Igreja e orientam a sua acção de acordo com os imperativos da solidariedade, dando resposta às situações mais graves de pobreza, exclusão social e situações de emergência em resultado de catástrofes naturais ou calamidade pública(... )"


*O Dr Fernando Nobre (AMI) é uma excelente Pessoa e um grande Humanista, tal e qual como foi Nosso Senhor Jesus Cristo.
As convicções e simpatias pessoais (aristides de sousa mendes) e politicas (esquerda) dele,quer no passado ou no presente, são irrelevantes para ajudar a combater a miséria moral e material da Humanidade.

Houvesse mais médicos como Ele, e que saíssem do "ar condicionado" para o lamaçal, e denunciassem a podridão dos regimes do terceiro mundo. E este planeta, seria melhor para todas as Raças e Credos.

Kaúlza de Arriaga
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'Se nao houvesse no mundo alguém que amasse, o sol deixaria de brilhar".

"Tu que sofres porque amas, ama ainda mais. Morrer de amor e viver pelas suas leis."

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« Responder #5 em: Março 11, 2008, 19:37:03 »

O Dr Fernando Nobre (AMI) é uma excelente Pessoa e um grande Humanista, tal e qual como foi Nosso Senhor Jesus Cristo.

Chamo a atenção para o facto desta afirmação ser herética, do ponto de vista católico.
O referido senhor pode realmente ser uma excelente pessoa e um grande humanista, mas um católico não pode, sob pena de renegar o essencial da sua doutrina, afirmar que esse homem é "tal e qual como foi Nosso Senhor Jesus Cristo". Jesus Cristo é Deus, filho de Deus pai, como consta do Credo, onde se sintetiza a Fé Católica. O Dr. Nobre não é nada disso.
Já agora, outra emenda: Jesus Cristo não foi humanista. O primeiro dos mandamentos da sua doutrina foi e é "amar a Deus sobre todas coisas".
Proclamar como mandamento "amar a Deus sobre todas as coisas" implica rejeitar o fundamental do pensamento humanista, que consiste em acreditar que o homem é a medida de todas as coisas.
O humanismo foi desde o princípio uma espécie de divinização do homem, insurgindo-se contra o mandamento católico.
Para um católico, o primado pertence a Deus: amar a Deus sobre todas as coisas. Aos homens compete-lhes servi-Lo, o melhor que puderem. Não servir o homem.

Strasser
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« Responder #6 em: Março 11, 2008, 19:37:48 »

Está correcto. Mas Jesus é o Filho de Deus, ou seja a Segunda Pessoa da Trindade.
O Filho, que assumiu como sua, a natureza humana, a forma humana de existir.
Assim, além de continuar a ser, pensar, amar, e agir etc. como Filho, na plenitude de sua divindade. A Segunda Pessoa da Trindade passa também a viver, pensar, querer, amar, sofrer, trabalhar etc. como Homem.

E para que possamos ser plenamente Homens e adoptados como filhos,
é que o verdadeiro filho (Cristo) quis ser um dentre de nós, Filho de Deus e Filho da Humanidade.

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« Responder #7 em: Março 11, 2008, 19:38:42 »

Citar
*O Dr Fernando Nobre (AMI) é uma excelente Pessoa e um grande Humanista, tal e qual como foi Nosso Senhor Jesus Cristo.
As convicções e simpatias pessoais (aristides de sousa mendes) e politicas (esquerda) dele,quer no passado ou no presente, são irrelevantes para ajudar a combater a miséria moral e material da Humanidade.
Concordo plenamente consigo Kaúlza de Arriaga. Aliás trata-se de Causas Humanitárias, dedicação ao ser humano que precisa de ajuda, apoio e solidariedade.
Como católica, apostólica e praticante, não existe melhor nem maior humanista e evangelizador do que Jesus Cristo.

Lusitana
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« Responder #8 em: Março 11, 2008, 19:39:17 »

Têm todos razão: o Strasser, o Kaúlza e a Lusitana. Só que utilizam conceitos diferentes de humanismo. A definição do Strasser tem a ver com o Humanismo que nasce com o antropocentrismo. É uma doutrina centrada nos interesses e valores humanos, sobrepondo estes aos valores religiosos ou transcendentes. Caracterizou-se pela valorização do espírito humano e por uma atitude crescentemente individualista e inquiridora, a par de um grande interesse pela redescoberta das obras artísticas e literárias da antiguidade clássica.
O Kaúlza e a Lusitana falam em humanismo como sinónimo de solidariedade, aquele sentimento de amor em relação a todos os seres humanos. A Igreja Católica utiliza, por vezes, a expressão humanismo cristão, referindo-se à empatia entre todos os Homens, patente na máxima de Cristo «ama o próximo como a ti mesmo».
Seja qual for o conceito, não se pode afirmar que alguém é "humanista como Cristo". Digamos antes que x é uma pessoa solidária ou procura seguir o exemplo de Jesus.

DuxBellorum
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« Responder #9 em: Março 11, 2008, 19:40:04 »

Como o Dux entendeu, eu só quis sanear as ideias, para introduzir um rigor nos termos que me parece necessário à correcta compreensão do que se diz e se pensa.
Não ignoro o uso vulgar da palavra humanismo para significar um sentimento ou uma prática de solidariedade humana.
Mas evidentemente que na história do pensamento, no domínio da filosofia ou da história, não pode ser esse o significado a ter em conta.
Chamam-se humanistas diversas correntes filosóficas que na sua génese e na sua lógica foram e são anticristãs, acabam por negar toda a transcendência, logo afastam também o cristianismo.
São doutrinas em que o Homem acaba por tomar o lugar de Deus.
Obviamente que para o cristianismo as mesmas representam o erro. O homem é uma criatura, e não está só na criação.
A teorização de um "humanismo cristão" surgiu modernamente como resposta da Igreja a esses humanismos que a excluíam.. É uma tentativa de baptizar o conceito, numa recuperação por apropriação e incorporação em que a Igreja é mestra. Mas não é rigoroso. Significa já uma outra coisa que não o humanismo propriamente dito.

Strasser
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« Responder #10 em: Março 11, 2008, 19:40:40 »

" Tal e qual como foi Nosso Senhor Jesus Cristo (...)"

passo a explicar:

A Glória é Deus; por sua vez, o beneficio da actuação de Deus, de toda a sua sabedoria e poder, é o homem.
Assim como a competência de médico nos revela nos doentes, assim Deus se manifesta nos homens.
Um Cristianismo que não tomasse a sério a imitação de Cristo,
que fizesse apenas do Evangelho uma consolação a bom preço e para o qual a vida natural e a vida Cristã não se distinguissem,
esse Cristianismo só poderia compreender a Cruz como algo de incómodo na vida quotidiana, como a tristeza e angústia da nossa vida natural.
Logo, só a união com Cristo, tal como ela se realiza na imitação de Cristo, faz com que nos mantenhamos seriamente aos pés da Cruz.

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« Responder #11 em: Março 11, 2008, 19:41:27 »

Boa resposta, muito boa mesmo.

(Mas não se ajusta nada ao caso do Dr. Fernando Nobre: este seria o primeiro a protestar contra essa ideia da "imitação de Cristo". Não é essa a sua fonte inspiradora nem é esse o seu propósito).

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« Responder #12 em: Março 11, 2008, 19:42:03 »

Ao conjunto dos seres humanos como um todo dá-se o nome de Humanidade, Homem ou espécie humana.
De uma forma abstracta, Humanidade também é uma a expressão que sintetiza as características partilhadas por todos os humanos, com especial enfase na capacidade do homem como ser compreensivo e benevolente.
O conceito de Humanidade leva-nos à noção de estendida a todas as pessoas, freqüentemente sintetizada na palavra "humanitário".

Portanto, penso eu, não ser preciso necessariamente as pessoas terem uma inspiração divina, ou uma inspiração em Cristo, para possuirem um espírito humano de solidariedade, de ajuda ao próximo, etc..

No fim ao cabo, estamos todos dentro da razão.

Saudações!

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« Responder #13 em: Março 11, 2008, 19:43:24 »



PELO DIREITO A UM COLO

http://www.raa-ei.org/pt_main.php.htm

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« Responder #14 em: Março 11, 2008, 19:44:22 »



http://www.unicef.pt/index.php

Neste Natal, envie um cartão e ajude uma criança!



Colecção Natal 2007:  https://www.loja.unicef.pt/site.php

Lusitana
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