kaúlza de arriaga
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« Responder #5 em: Março 04, 2010, 14:18:21 » |
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FÓRMULA DO NACIONALISMO-LUSITANO DE 1923 Esta Fórmula de Adesão ao Nacionalismo Lusitano foi cunhada em 1923 e reimpressa em 1924 num Jornal que se chamava A Ditadura, na então muito democrática 1ª República.
Em 1923, era assim:
FÓRMULA DE ADESÃO AO NACIONALISMO-LUSITANO
«Como Português:
«QUERO que o Governo da Nação seja forte e nacional e se liberte das sociedades secretas, das clientelas políticas, dos bandos de especulação, responsáveis pela crise nacional; que seja assistido da representação directa das forças sociais da Nação, transformando o actual sistema na representação nacional das forças sociais,municipais e profissões organizadas; que sejam livres e privilegiados a Família, a Corporação, o Município, a Igreja; que o exército seja fortalecido e dignificado para melhor defesa nacional; que a propriedade seja protegida nos seus direitos e obrigada a cumprir os seus deveres para com a Nação e em especial para com os trabalhadores.
Para que Portugal se reorganize sobre estas bases Portuguesas.
«COMPROMETO-ME a não votar em deputados políticos, representantes de partidos e facções; elegerei apenas os representantes directos das várias forças sociais organizadas (Municípios, Corporações, Igreja Católica, etc);
« COMPROMETO-ME, a colocar-me ao lado de qualquer Governo Português contra a agressão estrangeira ou o bolchevismo. COMPROMETO-ME a obedecer aos chefes do NACIONALISMO LUSITANO na prática de todos os actos de serviço nacional voluntário, que me forem determinados, no sentido de suprir a acção do Governo quando ela falte, ou de o auxiliar na realização do interesse comum;
« COMPROMETO-ME a combater sempre e em toda a parte os bandos, seitas e partidos, inimigos internos da Nação, assim como os inimigos externos, fazendo toda a propaganda para que os Portugueses venham a organizar-se em volta dos princípios do NACIONALISMO LUSITANO contra as oligarquias políticas e plutocráticas que tiranizam a Nação;
EM ESPECIAL ME PROPONHO pelas cinco quinas sagradas da bandeira não descansar enquanto não trouxer ao serviço nacional pelo menos mais cinco voluntários conscientes desta doutrina pelos quais respondo.
«PROTESTO SOLENEMENTE não me mover ilícita ambição, não se destinando o NACIONALISMO LUSITANO à posse do Poder mas sim ao Serviço Nacional, à libertação e à organização acima dos regimes e classes dos Portugueses de trabalho e consciência que uma vez organizada e libertos decidirão os seus destinos».
Fonte: Portugal, Lisboa,n.º2, 9-VI-1923,p.1 (republicado in A Ditadura, Lisboa, ano I, n.º9, 4-I-1924,p.2).
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