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ines
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« Responder #15 em: Dezembro 06, 2008, 18:30:09 » |
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Eu acho que os PALOP devem ser independentes... Assim como o Brasil ou qualquer outra ex colónia.
Alguém referiu neste tópico o caso de Cabo Verde. É um caso engraçado, porque em termos genéticos os Cabo-verdianos possuem mais marcadores europeus que africanos. Cabo Verde foi maioritariamente povoado por europeus em relação a africanos. Um legado nosso, como é óbvio.
Só há uma coisa que eu não consigo entender, se eles queriam tanto ser independentes, por é que agora vem aos montes viver para a Europa, há coisas que não dá para entender nem ao Diabo, enfim, se calhar devem querer formar estados independentes, mas agora na Europa :  Se efectivamente não consegues perceber isso, então também não deves conseguir perceber muita coisa... Também não percebes a teoria da evolução de Darwin... Isso por aí está mesmo mal.
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« Última modificação: Dezembro 06, 2008, 18:31:55 por ines »
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LuisWP
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« Responder #16 em: Dezembro 06, 2008, 23:12:22 » |
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Eu acho que os PALOP devem ser independentes... Assim como o Brasil ou qualquer outra ex colónia.
Alguém referiu neste tópico o caso de Cabo Verde. É um caso engraçado, porque em termos genéticos os Cabo-verdianos possuem mais marcadores europeus que africanos. Cabo Verde foi maioritariamente povoado por europeus em relação a africanos. Um legado nosso, como é óbvio.
Só há uma coisa que eu não consigo entender, se eles queriam tanto ser independentes, por é que agora vem aos montes viver para a Europa, há coisas que não dá para entender nem ao Diabo, enfim, se calhar devem querer formar estados independentes, mas agora na Europa :  Se efectivamente não consegues perceber isso, então também não deves conseguir perceber muita coisa... Também não percebes a teoria da evolução de Darwin... Isso por aí está mesmo mal. Darwin tabém defendia que determinadas raças eram mais evoluídas do que outras, e que num futuro medido em séculos as raças superiores iriam exterminar as inferiores, alguém que se diz anti-racista defender uma pessoa tão "racista" como darwin : 
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" Um dia milhões de homens deixarão o hemisfério sul deste planeta em direcção ao norte. Mas não amigos. Porque irão para conquistar, e conquistarão povoando-o com as suas crianças. A vitória chegarnos-á através dos ventres das nossas mulheres. "
Houari Boumedienne, antigo Presidente da Argé
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ines
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« Responder #17 em: Dezembro 07, 2008, 10:41:59 » |
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Eu acho que os PALOP devem ser independentes... Assim como o Brasil ou qualquer outra ex colónia.
Alguém referiu neste tópico o caso de Cabo Verde. É um caso engraçado, porque em termos genéticos os Cabo-verdianos possuem mais marcadores europeus que africanos. Cabo Verde foi maioritariamente povoado por europeus em relação a africanos. Um legado nosso, como é óbvio.
Só há uma coisa que eu não consigo entender, se eles queriam tanto ser independentes, por é que agora vem aos montes viver para a Europa, há coisas que não dá para entender nem ao Diabo, enfim, se calhar devem querer formar estados independentes, mas agora na Europa :  Se efectivamente não consegues perceber isso, então também não deves conseguir perceber muita coisa... Também não percebes a teoria da evolução de Darwin... Isso por aí está mesmo mal. Darwin tabém defendia que determinadas raças eram mais evoluídas do que outras, e que num futuro medido em séculos as raças superiores iriam exterminar as inferiores, alguém que se diz anti-racista defender uma pessoa tão "racista" como darwin :  Eu bem digo que tu não sabes o que Darwin defendia. Quem defendia isso não era Darwin, era a teoria da evolução por degenerescência que Darwin invalidou.
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« Responder #18 em: Dezembro 07, 2008, 19:54:14 » |
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Eu sei muito bem porque existem tantos africanos a emigrar para Portugal, vem á procura de um melhor nivel de vida, mas o facto é que tabém exestiam muitos europeus a trabalhar e a viver em África e muitos foram mortos e tiveram de fugir  foram mortos por terroristas como o mugabe e afins. Em Angola houve um projecto de lei que não foi aprovado que queria colocar a etenia no B.I , em Angola os estrangeiros não podem possuir propriedades, e se a Inês for a Luanda e sair da zona turistica da cidade irá reparar num fenómeno muito curioso, alguns dos naturais cuspem no chão quando vem um branco, isso sim é RACISMO
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Ricardo de Vasconcelos
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« Responder #19 em: Dezembro 08, 2008, 14:01:09 » |
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Muito bem, Luís.
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ines
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« Responder #20 em: Dezembro 08, 2008, 17:08:21 » |
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Em Angola houve um projecto de lei que não foi aprovado que queria colocar a etenia no B.I , em Angola os estrangeiros não podem possuir propriedades, e se a Inês for a Luanda e sair da zona turistica da cidade irá reparar num fenómeno muito curioso, alguns dos naturais cuspem no chão quando vem um branco, isso sim é RACISMO
E isso é dirigido a mim porquê? Onde é que eu disse o contrário? Eu sei perfeitamente que há racismo contra os brancos. Já fui vítima dele... Há racismo contra todas as etnias, por parte das outras. Eu só não acho que os erros dos outros justifiquem os nossos.
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« Responder #21 em: Abril 22, 2009, 12:11:39 » |
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E em relação aos Ciganos? Qual é a opinião do "Leon Degrelle"? Serão Arianos, Asiáticos ou Indo-Europeus? Já que é sabido que eles falam uma Língua algo simliar com a Indo-Europeia. Ok, não devem ser "brancos" porque A.Hitler não simpatizava muito com os sujeitos. Mas os Germanos também gladiavam os Eslavos dos Polacos devido a questões de pureza racial.  Já vi africanos com uma tonalidade de pele mais clara que muitos ciganos, e brancos eles não são de certeza, (quando me refiro a brancos refiro-me aos povos indo-europeus), falam uma lingua similiar apenas porque adoptaram a lingua dos países de acolhimento só por isso... Penso que uma solução rodesiana seria a melhor alternativa para o nosso ultramar...
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« Responder #22 em: Abril 22, 2009, 20:11:42 » |
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O meu destino seria a criação, se possível, dos Estados Portugueses Unidos, União Lusófona, ou o que lhe queiram chamar. Uma federação de estados portugueses, com a mudança provável da Capital para Nova Lisboa, em Angola.
Se isto não fosse possível, então negociar individualmente com cada província. A Guiné não quer? Paciência, ficamos com Angola. Angola recusa? Ficamos então com Cabo-Verde e os que concordarem. Agora, entregar tudo, sem o mínimo de inteligência, claro que não! Faço-me entender?
A descolonização foi obra típica do PS, um partido sem estofo nem carácter para governar uma grande nação...
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« Responder #23 em: Abril 22, 2009, 20:51:21 » |
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Independentemente de tudo, penso que os interesses dos colonos tinham de ser salvagardados, ao contrário do que aconteceu, o exercito via colonos serem massacrados pelo MPLA e não fazia nada...
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Nó Górdio
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« Responder #24 em: Janeiro 28, 2010, 16:40:21 » |
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Eu tenho uma opinião muito própria, baseada nos factos históricos, militares, económicos e sociais da altura e, antes de começar, apresento-me como um defensor de que ninguém nos podia negar a soberania sobre o Ultramar.
Para fazer uma análise do melhor destino para o Ultramar Português, tem de se ter, em primeiro lugar, noção de uma coisa: nós não estávamos a lutar os ideiais de habitantes das nossas provincias do Ultramar, nem estávamos a lutar contra pessoas que se sentiam subjugadas; estávamos a lutar contra pessoas incitadas pelas potências EUA, Rússia e China a combater contra a nossa permanência em África. Portanto, só havia dois desfechos que levariam ao desaparecimento, ou pelo menos inactividade, dos movimentos de libertação: a derrota militar ou as potências responsáveis pelas acções dos movimentos de libertação estarem satisfeitas, ou seja, nós termos abandonado as províncias ultramarinas. É de lembrar que, em 1974, e até antes, a Guerra do Ultramar apenas continuava a ter essa denominação devido ao que estava a acontecer na Guiné-Bissau, pois tanto Angola como Moçambique estavam controladas e os militares presentes nessas provincias apenas tinham a função de prevenir ataques terroristas e assegurar a segurança das populações, bens e infra-estruturas. Já não havia combate propriamente dito. Na Guiné-Bissau, devido à proximidade com países independentes e com regimes autoritários pró-independência africana, o movimento de libertação que actuava na região (o PAIGC) tinha facilidade em refugiar-se noutros territórios e em receber mantimentos e armamento. Devido a essa "colaboração" de outros países é que se deram acções militares fora da Guiné-Bissau, como a Operação Mar Verde (invasão da Guiné-Conakry) e alguns bombardeamentos na fronteira com o Senegal.
Tudo isto para realçar dois pontos fundamentais: a população não estava contra a nossa soberania e a Guerra estava ganha, pelo que os mitos que levam as pessoas a defender a entrega de independência às nossas províncias de África (“eles queriam ser livres” e “uma guerra eterna”), não passam disso: MITOS.
Na minha opinião, o melhor e único destino que o Ultramar devia ter tido era ter-se mantido sob a nossa soberania. Não havia, e ainda não há, motivos pelos quais nos podiam exigir que abandonássemos um território por nós descoberto, colonizado e povoado. Não havia argumentos que pudessem apresentar para exigir que despedaçássemos a nossa Nação. É por não estar ligada por terra a Portugal que não pode ser parte da nossa Nação? Então porque razão os Açores o podem ser? E a Madeira? Porque razão é imoral um país ter soberania sobre territórios que descobriu, colonizou e evoluiu, mas comprar territórios já não o é? Porque razões territórios como Angola têm de ser independentes, mas outros como a Guiana Francesa não? Talvez seja por um ter petróleo, ouro e diamantes e o outro não…
Portugal tinha toda a legitimidade para ter continuado a Guerra e para ter mantido a soberania sobre as nossas províncias ultramarinas, e na votação exprimi essa minha opinião.
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Nó Górdio
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« Responder #25 em: Janeiro 30, 2010, 14:47:46 » |
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O meu destino seria a criação, se possível, dos Estados Portugueses Unidos, União Lusófona, ou o que lhe queiram chamar. Uma federação de estados portugueses, com a mudança provável da Capital para Nova Lisboa, em Angola.
Se isto não fosse possível, então negociar individualmente com cada província. A Guiné não quer? Paciência, ficamos com Angola. Angola recusa? Ficamos então com Cabo-Verde e os que concordarem. Agora, entregar tudo, sem o mínimo de inteligência, claro que não! Faço-me entender?
A descolonização foi obra típica do PS, um partido sem estofo nem carácter para governar uma grande nação...
De nada valia querermos negociar, eles não falavam por eles, quando eles se reunissem connosco iam com o discurso e as reivindicações americanas escritas num papel. Só havia uma coisa a fazer: derrotar os movimentos de libertação. Politicamente, já tínhamos atribuído às populações das províncias ultramarinas os direitos que os cidadãos da Metrópole tinham: a nacionalidade portuguesa tinha sido atribuída a todos os habitantes, as províncias receberam esse estatuto, caindo o termo colónia (que só passou a ser pejorativo a partir da Segunda Guerra Mundial…) e, questão mais importante, os direitos dos habitantes das províncias eram os mesmos dos da Metrópole. Quando Salazar fez o Acto Colonial, ficou expressamente proibida a supremacia racial, o trabalho não remunerado para os nativos e foram-lhes reconhecidos os direitos à educação, a salário e a todos os direitos dos restantes habitantes. Se tinham os mesmos direitos, PORQUÊ dar um estatuto especial? Eu não concordo nem compreendo um estatuto especial para os Açores e a Madeira, pelo que também não compreendo o porquê de um estatuto especial para as províncias.
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